quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

O evangelho que Triunfa!

Durante esse ano temos que pensar e refletir sepre, sobre o significado do evangelho em nossas vidas.
Henri  Josef Machiel Nouwen( 1932-1996) nos ajuda a refletir:

              


" A alegria do Evangelho é uma alegria nascida da cruz. Não é a felicidade estéril das festas de vitoria, mas a profunda alegria escondida no meio da luta. É a alegria de saber que o mal e a morte não tem poder final sobre nós, uma alegria aconrada nas palavras de Jesus: " Neste mundo tereis aflições; mais tende bom animo! Eu venci o mundo( Jo 16. 33".
 

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Cristo por Nós



Recentemente li “A Cruz do Grande Rei’ de Tim Keller e fiquei maravilhado com o poder da exposição bíblica de Keller. Suas aplicações e exemplos me encheram de alegria, pois diante de um mundo que não tem nenhum desejo por Deus , somente as Escrituras  explicadas e aplicadas ao nosso a dia-a-dia, com autoridade e poder do Espirito, é que trarão  o homem de volta ao seu Senhor e Cristo.

Desde que terminei a leitura de Tim Keller, li novamente Marcos em meu devocional e numa leitura mais densa, senti Deus me direcionando para uma serie de mensagens aos Domingos,  pois nas Sextas eu já estava terminando uma exposição da Carta de Tiago. Chamo essa serie de Mensagens de Cristo por Nós, frase que Traduzi do Latim usado na Reforma(Cristus pro nobis) para expressar Cristo em favor do homem contra o Cristo especulativo da Teologia Escolástica.

Quem o povo diz ser o Filho do Homem?

Quem é Jesus? O que Ele fez por nós? Qual o Seu ensino? Por que preciso segui-lo? Perguntas  que devem ser respondidas para uma época de conhecimento virtual e trivial como à nossa. Principalmente para o emergente Movimento Gospel de “estrelas errantes e nuvens sem agua, que transformam a Graça de Deus em Libertinagem”.

A reposta de Pedro registrada no evangelho de Marcos é para nós paradigmática, pois esse conhecimento salvador que precisamos não pode vir pelas” loucas emoções do homem” devem vir pela Revelação de Deus nas Escrituras. Esta é minha firme convicção ao expor o Evangelho de Marcos, é que Deus, em Cristo, iluminará os corações para o resplendor da gloria de Cristo.

















quarta-feira, 2 de janeiro de 2013



Durante uma noite fria da idade media, um monge agostiniano lia e relia a carta de Paulo aos romanos. Sua busca era por um Deus que ele pudesse amar, seu coração ardia em desejo de ver esse Deus e se relacionar com Ele.

Esse monge, Martinho Lutero tinha somente as Escrituras e nelas firmava sua confiança máxima. Muitos de hoje tem desprezado a leitura das santas palavras de Deus em busca de experiências emocionais e psicológicas que não trazem a verdadeira paz para nosso ser fragmentado pelo pecado. Deus tem uma palavra para nós, mais é preciso deseja-la mais que tudo.

Vivemos tempos semelhantes aos de Jeremias.

A quem falarei e testemunharei, para que ouça? Eis que os seus ouvidos estão incircuncisos, e não podem ouvir; eis que a palavra do SENHOR é para eles coisa vergonhosa, e não gostam dela.(Jr 6.10)

Quando prego a palavra de Deus na comunidade que pastoreio, sinto que alguns que estão ali não querem ouvir a mensagem, pois para eles é algo duro, inaceitável lhes pare algo absurdo. Para mim isso é algo triste, pois a pregação da Palavra, nada mais é que a explicação da mesma. Explicação que deve trazer alegria ao coração do homem e dar-lhe o sentido de sua vida. Contudo, não é isso que acontece hoje, a vergonha pela palavra doutrinaria e a exposição bíblica, refletem o estado do coração do homem que não entende e reconhece quem é seu Criador, por isso a palavra para eles é desprezível. Junto aos incrédulos, está hoje também o movimento gospel brasileiro que enaltece as emoções muito acima da palavra, e quando faz uso das escrituras o faz com um sentido que não é o sentido do autor, ou mesmo uma aplicação de relevância bíblica. É lamentável!

Uma oração pela Escritura Somente!

  Bendito és tu, ó SENHOR; ensina-me os teus estatutos. Com os meus lábios declarei todos os juízos da tua boca. Folguei tanto no caminho dos teus testemunhos, como em todas as riquezas. Meditarei nos teus preceitos, e terei respeito aos teus caminhos. Recrear-me-ei nos teus estatutos; não me esquecerei da tua palavra.  Faze bem ao teu servo, para que viva e observe a tua palavra. Abre tu os meus olhos, para que veja as maravilhas da tua lei. Sou peregrino na terra; não escondas de mim os teus mandamentos.

Que junto com salmista, possamos viver e amar Tua Palavra. Amém.

 


 

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Mercado Gospel e seus Troféus

Melhor cantor do ano, melhor álbum, melhor clipe, melhor música, cantor revelação, melhor banda e outras, são tantas as categorias que vemos sendo destacadas nesses concursos “gospeis”, mas vendo tudo isso me veio uma pergunta meio “besta” pra alguns: pra que isso mesmo heim??

Fico pensando no que isso edifica, pois uma das intenções desse concurso é saber a opinião do público quanto aos candidatos às categorias; as pessoas são instigadas a votar freneticamente em seu candidato favorito enquanto este fica pedindo voto em suas redes sociais. No final os vencedores se arrumam bem bonito e vão receber o prêmio enquanto os outros concorrentes derrotados (ou como queiram ser chamados) assistem chupando o dedo. Então eu pergunto, pra que isso mesmo heim??

Longe de mim dizer que são estes endemoniados ou coisa parecida! Quero dizer que estes estão em sua plena faculdade mental, e sabem muito bem o que representa concursos como estes, nada! Nada que edifique a Igreja, ou que glorifique a Cristo mais do que o anonimato. Justificam-se em dizer que isto é o reconhecimento pelo esforço e trabalho, que a Igreja está sendo reconhecida, o evangelho está sendo anunciado, que Deus está honrando suas vidas (de novo?!!), que a música evangélica brasileira está dando um salto! Pra mim é só um concurso, que beneficia muitíssimo os investidores, é só capital!

Já pensou se a vida cristã fosse um concurso? O melhor Pregador! O melhor Profeta! O melhor Levita! O apóstolo revelação!

Como Deus é bom, Ele não quer isso de nós! Ele escolheu os fracos e confunde os fortes, exige de nós apenas santidade, apenas sermos parecidos com Cristo. Cristo não andou concorrendo entre os melhores para ganhar os aplausos do público, não investiu em mega produções para que sua mensagem fosse impactante, pelo contrário, era simples, humilde, rejeitado, humilhado, não havia beleza física, mas conseguiu atrair o maior publico que a humanidade já viu.

Seu concurso foi para a Crucificação, Cristo ou Barrabás? Concorreu para ser envergonhado e não pediu voto, foi livremente por que lhe era destinado, foi calado, pensando em mim e em você caro cantor, para que hoje nós pudéssemos fazer canções falando de sua vida, morte e ressurreição, para que hoje cantássemos sua Glória e seu Poder, para que cantássemos sua vinda, suas promessas e nosso destino com Ele.

Pena que hoje belas vozes, com belas canções estejam envolvidas em coisas tão pequenas. O vislumbre do mercado Gospel invade os corações de quem possuem dons ou habilidades artísticas, para Deus não há melhor cantor ou melhor canção. Nosso troféu vem do céu, Cristo é o nosso Troféu, é Ele que devemos exibir, o mundo é que vive em concurso, brigando pela melhor posição, mas nós não, nós já somos MAIS que VENCEDORES em Cristo Jesus Nosso Senhor!

Minha oração é para que nossa cosmovisão transforme os pensamentos e não nos acomodemos com o presente século!


 
Priscilla Mesquita

domingo, 17 de outubro de 2010

Uma crítica aos críticos

postado por Felipe F. Inácio

Dentro do cristianismo atual, tem surgido dois grupos que se apresentam neste contexto. O grupo dos que distorcem o Evangelho e o dos que tentam consertá-lo. No entanto, muitos dos que compõem este segundo grupo utilizam de uma crítica desprovida de um real fundamento, ou seja, muitos destes criticam por criticar sem que haja amor para com o próximo, sem que haja solução ao problema e sem notar alguns pontos positivos de uma determinada posição contrária a nossa. Parece meio contraditório o que se pretende escrever por meio deste artigo e dentro deste blog. Porém, tudo que há exageros, radicalismo cego e falta do “ser cristão” deve sempre ser combatido. E é por isso que agora resolvemos apontar a arma para nós mesmos.

A apologética sempre foi uma ferramenta muito útil no Cristianismo. A defesa do Evangelho foi e sempre será função de todo cristão que ama a Palavra de Deus. No entanto, além de amar o Verdadeiro Deus e sua Palavra devemos também amar o nosso próximo. Se o apologeta se preocupa somente em destruir, denegrir e envergonhar o oponente ele estará mais parecido com o nosso adversário do que com um proclamador do Evangelho. A tarefa primordial da apologética cristã é a defesa da Fé, mas esta defesa deve conter a resposta ao dilema do homem e o amor à vítima de engano. Mas será que é isto que alguns apologetas fazem? Será que não são apenas críticos sem a menor consideração pela vida do homem?

Estes cristãos que brincam de gangorra, na qual nunca se estabiliza em uma posição moderada, têm levantado uma bandeira que não se sabe se é do cristianismo ou se é de um bloco de carnaval. O pecado se mostra como um ator que assume diferentes personagens. E uma dessas máscaras é a falsa apologética que é cheia de orgulho, egoísmo, falta de amor ao próximo e de compromisso com a verdade. A falta de amor ao próximo se reflete em não tentar saber porque ele chegou a determinada posição. O que fez com que ele se desviasse do caminho verdadeiro. E a resposta sempre culminará em um pensamento pecaminoso e é a este que devemos atacar. Devemos nos revoltar por o coração humano sempre querer se aproximar do pecado e mesmo o homem sendo o agente ele também é vítima desse estado, para relembrar a metodologia de um dos maiores apologetas do século XX , Francis Schaeffer, devemos fazer com que o disperso da verdade leve as últimas conseqüências a sua forma de pensar e a partir daí mostrar o caminho da obediência à verdadeira Fé.

No afã da crítica muitos também, não percebem os seus próprios fundamentos. Por exemplo, alguém que critica a Teologia da prosperidade e diz que o crente deve ser pobre, não percebe que a Bíblia não condena as riquezas, mas sim o amor a estas. Muitos criticam os falsos pastores que usam de corrupção dentro da Igreja, e adotam uma postura anti-ofertas, sem se preocupar com as reais necessidades financeiras de um ministério genuíno. Outros criticam os exageros de grupos como Diante do Trono e outros similares, mas no momento de adoração, recusa-se a demonstrar qualquer emoção, sendo indiferente quanto a adoração ao Soberano Criador. Assim, essas pessoas de tanto criticar já não sabem mais onde depositar sua confiança, quais os seus fundamentos, apresentando-se muitas vezes criticando suas próprias crenças. Há momentos em que o “apologeta” cria uma aversão tão grande a um determinado oponente que tudo que este fala, parece ser cheio de engano. E mesmo que fale algo verdadeiro, o crítico desconfiará achando que dentro desta verdade se apresenta a mentira, não parando pra pensar no que o indivíduo quis dizer e só tomando conclusões precipitadas.

Devemos repensar acerca de nossa apologética, Quem somos? Quais os nossos objetivos? Que valor tem a vida daquele a quem consideramos o nosso oponente? Para isso devemos relembrar os fundamentos básicos de nossa crença, como o amor ao próximo, a busca da resposta ao dilema humano e o reconhecimento de que os efeitos noéticos do pecado afetaram gravemente a forma de pensar do homem. Em nossa mente, a apologética deve servir a um único propósito, que é o da evangelização, o do “fazei discípulos”, mesmo que estes se digam discípulos de Cristo, mas o negam em atitudes. Portanto, nossa metodologia deve ser o amor a Verdade e ao próximo, nosso objetivo, a Salvação da alma.