quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

O evangelho que Triunfa!

Durante esse ano temos que pensar e refletir sempre sobre o significado do evangelho em nossas vidas.
Henri  Josef Machiel Nouwen( 1932-1996) nos ajuda a refletir:

              


" A alegria do Evangelho é uma alegria nascida da cruz. Não é a felicidade estéril das festas de vitoria, mas a profunda alegria escondida no meio da luta. É a alegria de saber que o mal e a morte não tem poder final sobre nós, uma alegria aconrada nas palavras de Jesus: " Neste mundo tereis aflições; mais tende bom animo! Eu venci o mundo( Jo 16. 33".
 

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Cristo por Nós



Recentemente li “A Cruz do Grande Rei’ de Tim Keller e fiquei maravilhado com o poder da exposição bíblica de Keller. Suas aplicações e exemplos me encheram de alegria, pois diante de um mundo que não tem nenhum desejo por Deus , somente as Escrituras  explicadas e aplicadas ao nosso a dia-a-dia, com autoridade e poder do Espirito, é que trarão  o homem de volta ao seu Senhor e Cristo.

Desde que terminei a leitura de Tim Keller, li novamente Marcos em meu devocional e numa leitura mais densa, senti Deus me direcionando para uma serie de mensagens aos Domingos,  pois nas Sextas eu já estava terminando uma exposição da Carta de Tiago. Chamo essa serie de Mensagens de Cristo por Nós, frase que Traduzi do Latim usado na Reforma(Cristus pro nobis) para expressar Cristo em favor do homem contra o Cristo especulativo da Teologia Escolástica.

Quem o povo diz ser o Filho do Homem?

Quem é Jesus? O que Ele fez por nós? Qual o Seu ensino? Por que preciso segui-lo? Perguntas  que devem ser respondidas para uma época de conhecimento virtual e trivial como à nossa. Principalmente para o emergente Movimento Gospel de “estrelas errantes e nuvens sem agua, que transformam a Graça de Deus em Libertinagem”.

A reposta de Pedro registrada no evangelho de Marcos é para nós paradigmática, pois esse conhecimento salvador que precisamos não pode vir pelas” loucas emoções do homem” devem vir pela Revelação de Deus nas Escrituras. Esta é minha firme convicção ao expor o Evangelho de Marcos, é que Deus, em Cristo, iluminará os corações para o resplendor da gloria de Cristo.

















quarta-feira, 2 de janeiro de 2013



Durante uma noite fria da idade media, um monge agostiniano lia e relia a carta de Paulo aos romanos. Sua busca era por um Deus que ele pudesse amar, seu coração ardia em desejo de ver esse Deus e se relacionar com Ele.

Esse monge, Martinho Lutero tinha somente as Escrituras e nelas firmava sua confiança máxima. Muitos de hoje tem desprezado a leitura das santas palavras de Deus em busca de experiências emocionais e psicológicas que não trazem a verdadeira paz para nosso ser fragmentado pelo pecado. Deus tem uma palavra para nós, mais é preciso deseja-la mais que tudo.

Vivemos tempos semelhantes aos de Jeremias.

A quem falarei e testemunharei, para que ouça? Eis que os seus ouvidos estão incircuncisos, e não podem ouvir; eis que a palavra do SENHOR é para eles coisa vergonhosa, e não gostam dela.(Jr 6.10)

Quando prego a palavra de Deus na comunidade que pastoreio, sinto que alguns que estão ali não querem ouvir a mensagem, pois para eles é algo duro, inaceitável lhes pare algo absurdo. Para mim isso é algo triste, pois a pregação da Palavra, nada mais é que a explicação da mesma. Explicação que deve trazer alegria ao coração do homem e dar-lhe o sentido de sua vida. Contudo, não é isso que acontece hoje, a vergonha pela palavra doutrinaria e a exposição bíblica, refletem o estado do coração do homem que não entende e reconhece quem é seu Criador, por isso a palavra para eles é desprezível. Junto aos incrédulos, está hoje também o movimento gospel brasileiro que enaltece as emoções muito acima da palavra, e quando faz uso das escrituras o faz com um sentido que não é o sentido do autor, ou mesmo uma aplicação de relevância bíblica. É lamentável!

Uma oração pela Escritura Somente!

  Bendito és tu, ó SENHOR; ensina-me os teus estatutos. Com os meus lábios declarei todos os juízos da tua boca. Folguei tanto no caminho dos teus testemunhos, como em todas as riquezas. Meditarei nos teus preceitos, e terei respeito aos teus caminhos. Recrear-me-ei nos teus estatutos; não me esquecerei da tua palavra.  Faze bem ao teu servo, para que viva e observe a tua palavra. Abre tu os meus olhos, para que veja as maravilhas da tua lei. Sou peregrino na terra; não escondas de mim os teus mandamentos.

Que junto com salmista, possamos viver e amar Tua Palavra. Amém.

 


 

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Mercado Gospel e seus Troféus

Melhor cantor do ano, melhor álbum, melhor clipe, melhor música, cantor revelação, melhor banda e outras, são tantas as categorias que vemos sendo destacadas nesses concursos “gospeis”, mas vendo tudo isso me veio uma pergunta meio “besta” pra alguns: pra que isso mesmo heim??

Fico pensando no que isso edifica, pois uma das intenções desse concurso é saber a opinião do público quanto aos candidatos às categorias; as pessoas são instigadas a votar freneticamente em seu candidato favorito enquanto este fica pedindo voto em suas redes sociais. No final os vencedores se arrumam bem bonito e vão receber o prêmio enquanto os outros concorrentes derrotados (ou como queiram ser chamados) assistem chupando o dedo. Então eu pergunto, pra que isso mesmo heim??

Longe de mim dizer que são estes endemoniados ou coisa parecida! Quero dizer que estes estão em sua plena faculdade mental, e sabem muito bem o que representa concursos como estes, nada! Nada que edifique a Igreja, ou que glorifique a Cristo mais do que o anonimato. Justificam-se em dizer que isto é o reconhecimento pelo esforço e trabalho, que a Igreja está sendo reconhecida, o evangelho está sendo anunciado, que Deus está honrando suas vidas (de novo?!!), que a música evangélica brasileira está dando um salto! Pra mim é só um concurso, que beneficia muitíssimo os investidores, é só capital!

Já pensou se a vida cristã fosse um concurso? O melhor Pregador! O melhor Profeta! O melhor Levita! O apóstolo revelação!

Como Deus é bom, Ele não quer isso de nós! Ele escolheu os fracos e confunde os fortes, exige de nós apenas santidade, apenas sermos parecidos com Cristo. Cristo não andou concorrendo entre os melhores para ganhar os aplausos do público, não investiu em mega produções para que sua mensagem fosse impactante, pelo contrário, era simples, humilde, rejeitado, humilhado, não havia beleza física, mas conseguiu atrair o maior publico que a humanidade já viu.

Seu concurso foi para a Crucificação, Cristo ou Barrabás? Concorreu para ser envergonhado e não pediu voto, foi livremente por que lhe era destinado, foi calado, pensando em mim e em você caro cantor, para que hoje nós pudéssemos fazer canções falando de sua vida, morte e ressurreição, para que hoje cantássemos sua Glória e seu Poder, para que cantássemos sua vinda, suas promessas e nosso destino com Ele.

Pena que hoje belas vozes, com belas canções estejam envolvidas em coisas tão pequenas. O vislumbre do mercado Gospel invade os corações de quem possuem dons ou habilidades artísticas, para Deus não há melhor cantor ou melhor canção. Nosso troféu vem do céu, Cristo é o nosso Troféu, é Ele que devemos exibir, o mundo é que vive em concurso, brigando pela melhor posição, mas nós não, nós já somos MAIS que VENCEDORES em Cristo Jesus Nosso Senhor!

Minha oração é para que nossa cosmovisão transforme os pensamentos e não nos acomodemos com o presente século!


 
Priscilla Mesquita

domingo, 17 de outubro de 2010

Uma crítica aos críticos

postado por Felipe F. Inácio

Dentro do cristianismo atual, tem surgido dois grupos que se apresentam neste contexto. O grupo dos que distorcem o Evangelho e o dos que tentam consertá-lo. No entanto, muitos dos que compõem este segundo grupo utilizam de uma crítica desprovida de um real fundamento, ou seja, muitos destes criticam por criticar sem que haja amor para com o próximo, sem que haja solução ao problema e sem notar alguns pontos positivos de uma determinada posição contrária a nossa. Parece meio contraditório o que se pretende escrever por meio deste artigo e dentro deste blog. Porém, tudo que há exageros, radicalismo cego e falta do “ser cristão” deve sempre ser combatido. E é por isso que agora resolvemos apontar a arma para nós mesmos.

A apologética sempre foi uma ferramenta muito útil no Cristianismo. A defesa do Evangelho foi e sempre será função de todo cristão que ama a Palavra de Deus. No entanto, além de amar o Verdadeiro Deus e sua Palavra devemos também amar o nosso próximo. Se o apologeta se preocupa somente em destruir, denegrir e envergonhar o oponente ele estará mais parecido com o nosso adversário do que com um proclamador do Evangelho. A tarefa primordial da apologética cristã é a defesa da Fé, mas esta defesa deve conter a resposta ao dilema do homem e o amor à vítima de engano. Mas será que é isto que alguns apologetas fazem? Será que não são apenas críticos sem a menor consideração pela vida do homem?

Estes cristãos que brincam de gangorra, na qual nunca se estabiliza em uma posição moderada, têm levantado uma bandeira que não se sabe se é do cristianismo ou se é de um bloco de carnaval. O pecado se mostra como um ator que assume diferentes personagens. E uma dessas máscaras é a falsa apologética que é cheia de orgulho, egoísmo, falta de amor ao próximo e de compromisso com a verdade. A falta de amor ao próximo se reflete em não tentar saber porque ele chegou a determinada posição. O que fez com que ele se desviasse do caminho verdadeiro. E a resposta sempre culminará em um pensamento pecaminoso e é a este que devemos atacar. Devemos nos revoltar por o coração humano sempre querer se aproximar do pecado e mesmo o homem sendo o agente ele também é vítima desse estado, para relembrar a metodologia de um dos maiores apologetas do século XX , Francis Schaeffer, devemos fazer com que o disperso da verdade leve as últimas conseqüências a sua forma de pensar e a partir daí mostrar o caminho da obediência à verdadeira Fé.

No afã da crítica muitos também, não percebem os seus próprios fundamentos. Por exemplo, alguém que critica a Teologia da prosperidade e diz que o crente deve ser pobre, não percebe que a Bíblia não condena as riquezas, mas sim o amor a estas. Muitos criticam os falsos pastores que usam de corrupção dentro da Igreja, e adotam uma postura anti-ofertas, sem se preocupar com as reais necessidades financeiras de um ministério genuíno. Outros criticam os exageros de grupos como Diante do Trono e outros similares, mas no momento de adoração, recusa-se a demonstrar qualquer emoção, sendo indiferente quanto a adoração ao Soberano Criador. Assim, essas pessoas de tanto criticar já não sabem mais onde depositar sua confiança, quais os seus fundamentos, apresentando-se muitas vezes criticando suas próprias crenças. Há momentos em que o “apologeta” cria uma aversão tão grande a um determinado oponente que tudo que este fala, parece ser cheio de engano. E mesmo que fale algo verdadeiro, o crítico desconfiará achando que dentro desta verdade se apresenta a mentira, não parando pra pensar no que o indivíduo quis dizer e só tomando conclusões precipitadas.

Devemos repensar acerca de nossa apologética, Quem somos? Quais os nossos objetivos? Que valor tem a vida daquele a quem consideramos o nosso oponente? Para isso devemos relembrar os fundamentos básicos de nossa crença, como o amor ao próximo, a busca da resposta ao dilema humano e o reconhecimento de que os efeitos noéticos do pecado afetaram gravemente a forma de pensar do homem. Em nossa mente, a apologética deve servir a um único propósito, que é o da evangelização, o do “fazei discípulos”, mesmo que estes se digam discípulos de Cristo, mas o negam em atitudes. Portanto, nossa metodologia deve ser o amor a Verdade e ao próximo, nosso objetivo, a Salvação da alma.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Preservando a Promessa de Salvação


postado por: Antonio Ronys

Existe uma batalha espiritual constante em todo cristão verdadeiro, uma vez que a velha natureza procura reinar na vida de todo bom servo do Senhor. Mas sobre a importância desse assunto nem sempre estamos ligados e vigilantes. Como é conflitante a idéia de termos que lutar contra nós mesmos. Contudo, fazer vista grossa para o pecado, como se ele fosse um mal necessário, é uma forma correta de viver segundo o Espírito?Somos tão fortes que mesmo vivendo segundo a inclinação da carne, podemos vencê-la a qualquer instante?

O Cristão e sua constante Batalha

Paulo é bem enfático em afirmar que não somos mais devedores da carne, conseqüentemente somos devedores do Espírito Santo(Rm8.12). No v.13 ele adverte com mais severidade a indolência dos crentes: “se viverdes segundo a carne morrereis...”. O apóstolo fala pra igreja de Éfeso sobre a necessidade do cristão despir-se do velho homem para em seguida vestir-se de um novo homem (Ef 4.22-24). É preciso que nos esvaziemos do pecado, pois ele nos impede de termos a plenitude do Espírito.

Como é agonizante para um cristão sincero não viver esta plenitude. A urgência em abandonar o pecado é uma tarefa obrigatória, o nosso dever como cristão é mortificá-lo, ou o pecado tirará nossa paz, gozo e vida. Ele age como um parasita que insiste em sugar o sangue da vítima para sobreviver. Os cristãos de hoje devem valorizar a disciplina, domínio próprio e uma vida santa, e isso não é uma opção, mas um dever.

Vejamos o que Paulo tem a dizer em 1 Co 9.27:” Mas esmurro o meu corpo e faço dele meu escravo, para que, depois de ter pregado aos outros, eu mesmo não venha a ser reprovado”, perceba bem o quanto ele valorizava a prática da santidade e como estava preocupado em dignificar seu chamado.

Agora pare por um instante sua leitura e pondere no que foi lido até agora. O que você tem feito para renunciar a si mesmo? Que valor você tem dado as promessas de Deus? Não se engane! Se não lutarmos estaremos perdendo para nosso inimigo. A analogia que Paulo faz de um atleta que muito se esforça para ganhar uma simples e momentânea honra, ilustra bem a luta de todo cristão contra o pecado, “Todos os que competem nos jogos se submetem a um treinamento rigoroso, para obter uma coroa que logo perece...”(1Co9.24-25).

Todo cristão fiel tem uma bendita e eterna promessa de salvação que vale muito mais do que se possa imaginar. Se tivermos tal promessa como uma máquina propulsora, então precisamos preservá-la. Não troque um valioso diamante por algumas bolas de gude. Pense, pense bastante...

O Espírito como principal agente santificador

“Mas, se, pelo Espírito, mortificardes os feitos do corpo, certamente vivereis.” O Espírito ao qual o Apóstolo se refere não é outro, senão o Espírito Santo. Mortificar os feitos do corpo é atividade que não ocorre à parte do Espírito. O cristão não pode gloriar-se achando que é auto-suficiente, pois é sempre pelo poder do Espírito de Deus. Ele opera a santificação no homem de modo pleno. Se tentarmos viver uma vida santa sem o Espírito Santo, não passaremos de homens legalistas.

O crente tem três grandes adversários: O mundo, o diabo e nossa própria carne. Essa quadrilha não dá trégua e o diabo é o grande articulador disso tudo. Ele usa o externo (mundo) para nos enganar e quanto mais perto estivermos da zona de perigo, mais vulneráveis estaremos. O inimigo coloca combustível nos corações dos homens usando o mundo. Evitar o lugar da tentação, evitar dialogar com o tentador são ótimas maneiras de vencermos as astutas ciladas do maligno.

Quando lemos Gn 3.6 podemos perguntar: o que fazia Eva perto da árvore proibida? Quando entramos na zona de perigo fica difícil sairmos ileso. Na oração dominical nos é ensinado “ não nos deixe cair em tentação...” Infelizmente para alguns cristãos que ainda não se deram conta da realidade e tratam o pecado de maneira leviana, cairão certamente nos laços do diabo. Para alguns cristãos o pecado é como um veneno doce, se alguém engolir irá morrer, mas muitos preferem apreciar o sabor agradável ao paladar. Pessoas assim estão vivendo por um fio.

Há pessoas que se encontram nesse estado e que até oram a Deus, mas se orarmos pedindo a Deus que nos livre do pecado e não fugirmos do mesmo é como colocar a mão no fogo e pedir a Deus que não a deixe queimar. O cavalo não nos leva a nenhum lugar se não tiver arreios, nem o vapor ou o gás movimenta qualquer coisa se não forem confinados ou nenhuma queda d’água se transforma em energia elétrica se não for canalizada. Assim, nenhuma vida tem um grande crescimento se não for disciplinada, concentrada e dedicada.

Conclusão

Devemos estar em constante alerta, com bem sintetizou Herry Ward: “muitas vezes as tentações grandes e abertas são as mais inofensivas porque chegam com bandeiras trêmulas, tambores rufando e todas as suas armas em à vista. Sabemos, assim que estamos diante de inimigos que querem nos causar dano e nos preparamos para encará-lo e resistir a eles. Nosso pior inimigo é aquele que nos surpreende e entra sorrateiramente em nossas defesas” Lembre-se que fomos alistados para uma batalha e que nesse cenário a santidade não é uma inserção de conflitos, mas a vitória por meio delas. Que Deus possa nos ajudar nessa caminhada e que no fim possamos falar como Paulo “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a Fé.” (2tm 4.7)


quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Como devemos Orar?

Lembro-me de certa vez quando reunidos no quintal de nossa casa eu e meus irmãos, após uma oração em grupo, estavamos satisfeitos, tinhamos acabado de orar.

Mas, Deus fala conosco e diz, "Agora quero que orem ".

Ficamos pensando, se o que tinhamos acabado de fazer não era uma oração.

Oramos novamente e por estas palavras nossos corações se quebrantaram.

Entendemos que o sentido da oração não é o que dizemos ao Pai, mas como chegamos diante DEle, ou como queremos ser vistos por Ele naquele momento.

Entendemos a soberania de Deus na salvação completa da nossa alma e vimos a Glória de Deus manisfesta nisso.


“Não oraremos de uma maneira correta a menos que a preocupação por nossa própria salvação e zelo pela glória de Deus sejam inseparavelmente entrelaçados em nossos exercícios.” [João Calvino, O Livro de Salmos, Vol 3, p.259]
Por,
Priscilla Mesquita

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Para Refletirmos


“Não fechemos, pois, por nossa desumanidade, a porta da misericórdia de Deus, a qual se apresenta a nós tão liberalmente.”

“Os homens jamais encontrarão um antídoto para suas misérias, enquanto, esquecendo-se de seus próprios méritos, diante do fato de que são os únicos a enganar a si próprios, não aprenderem a recorrer à misericórdia gratuita de Deus.” [João Calvino, O livro do Salmo, Vl 1, (Sl 6.4), pp.128,129.]


postado por,
Priscilla Mesquita

O homem no "controle" da vida.



Fiquei estarrecida com o que ouvi, embora estejamos vendo muitas coisas contrárias a Bíblia, aos ensinamentos de nosso mestre, coisas absurdas no mundo todo, ainda assim parece que não vimos o suficiente para nos despertar e partir para a defesa da fé cristã.

O caro Bispo, afirma veementemente que é a favor do aborto como Planejamento Familiar, e que não tem medo de pecar ao afirmar tão aberração, e mais, que se peca, peca consciente, pois não tem medo de estar contrariando as ordenanças bíblicas.

Em sua exposição ele afirma que é melhor tirar (matar) o feto do que lhe proporcionar uma vida indigna (no lixão, sendo bandido, etc.).

Mas eu pergunto aos caros leitores! O que é uma vida indigna? Vejamos!
Uma vida sem dinheiro? Sem carros luxuosos? Sem mansão? Sem helicópteros?

Ou, sem Deus, sem paz, sem certeza de salvação??

Para ele, a vida do homem é uma conseqüência do meio, das circunstancias, e não um decreto divino. Pelo que vemos parece que Deus não tem poder nenhum para transformar vidas, nem sustentar seus filhos!

Ora caros leitores, o Sol da Justiça Brilha para justos e injustos. O que temeremos? Aquele que dá a vida é o mesmo que a sustenta! Aleluia!!!

por,
Priscilla Mesquita.




segunda-feira, 9 de agosto de 2010

O Espelho e a Vida Crista.

Tempos difíceis são estes, os nossos! Ser cristão para muitos é um status, para outros é uma verdadeira aportunidade de se dar bem financeiramente. O certo é que a lugar para todos no grande palco da vida evangélica brasileira.

Se Tiago, pastor da igreja de Jerusalém da igreja primitiva estive aqui nesses tempos, ele diria que nosso problema é que não nos olhamos muito no espelho Verdadeiro que reflete nossa alma e seu estado. Pois se todos olhássemos para este Espelho veríamos o quanto necessitamos na verdade é de mais santidade, comunhão e meditação na Palavra de Deus.

Mais muitos até dirão “Lemos a Bíblia!” tentando se justificar, e Tiago diria: E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos. Porque, se alguém é ouvinte da palavra, e não cumpridor, é semelhante ao homem que contempla ao espelho o seu rosto natural; Porque se contempla a si mesmo, e vai-se, e logo se esquece de como era. A significância do que Tiago disse é muito profunda, pois o estado da amnésia de muitos evangélicos é letal. Nosso contemplar de rosto no Espelho que é a Palavra, deve se refletir em auto-exame e profunda convicção de que temos que viver em santidade nesse mundo tão arruinado pelo pecado.

Nosso Senhor espera que vivamos o seu evangelho, e assim cumpramos nosso papel de sal e luz nessa terra, como agentes de transformação do Seu Reino aqui nesse mundo.


por

Onésimo Alves de Mesquita.

domingo, 4 de julho de 2010

Gratidão


Sou grata Senhor pois,

- com sua grande misericórdia, tem renovado os meus dias e por causa dela não sou consumida! (Jr. 3:22-23)

- com seu amor, enviou seu Único Filho para morrer pelos eleitos! (Jo 3:16)

Sou grata Senhor pois,

- tens guardado tesouros para mim! (Mateus 6:20)

- tem visto minha necessidade mesmo sem eu merecer! (Mateus 6:30-32)

Sou grata Senhor pois,

- Tú iluminas a vida dos homens! (João 1:4)

- um dia manifestaremos contigo! ( Col 3:4)

- a tua palavra me guia e me faz entender todas as coisas, e por isso rendo louvores ou Rei eterno, invisível mas Real. (1 Timoteo 1:15-17)


O espaço é pequeno pelas inúmeras coisas que tens descrito a nós em tua palavra.


por, Priscilla Mesquita

ok


Ok, o blog está pronto e com algumas novidades!


- Vocês podem reparrar no novo Template do blog que é simples mas bem mehor que o anterior.


- Agora temos um menu com um formulário de contatos onde você pode deixar lá sugestões de assuntos para serem postados, fazer perguntas bíblicas, ou até enviar um texto seu para ser analisado e quem sabe postado aqui no nosso blog preservando é claro os seus direitos autorais.


Portanto mãos a obra: aos administradores - não deixem de postar e atualizar o blog, isso pode ser uma ferramenra poderosa pra anunciarmos a verdade.


Aos blogueiros, seguidores - não deixem de entrar, ler e comentar e compartilhar o que tem aprendido.


Na Paz de Cristo,


Priscilla Mesquita.


sexta-feira, 2 de julho de 2010

Atenção: Melhoras e Reformas

Aos caros amigos blogueiros e principalmente administradores deste blog Apologia e Espiritualidade, venho mui respeitosamente informa-lhes das mudanças no blog. Em ultimo contato com o Ir. Onésimo foi me passado a missão de mudar o Template (Design) do Blog, portanto fica o aviso de que o Blog está em reforma para melhor proveito de todos nós, que possamos nos sentir motivamos a escrever e compartilhar do que temos visto e aprendido de Deus.

Até ficar totalmente pronto os irmãos perceberão muitas mudanças nos detalhes, não deixem de acessar ou postar seus comentários e artigos aqui.

Na Paz de Cristo,

Priscilla Mesquita.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Nadando contra a maré?




Postado por Felipe F. Inácio


Observando o crescimento exponencial que os evangélicos têm assumido nos últimos anos, percebemos que o número de pessoas preocupadas com questões sociais, política e econômica que o mundo enfrenta é mínimo. Temos visto crises em toda a existência humana, mas ao que parece, a maioria dos evangélicos não tem encontrado relevância no esforço em melhorar um mundo que só tende a piorar. Isso nos leva a pergunta: Qual o papel da Igreja em meio a nossa sociedade?

O Evangelho que presenciamos em nossos dias não tem abarcado o homem por completo. Age como uma espécie de teologia “manca”. Têm se feito uma dicotomia entre secular e sagrado. E para muitos, o evangelho é algo que se refere unicamente à religião. Vemos um total desinteresse com matérias presentes em nosso dia-a-dia. Quantos cristãos proclamam com ar de “espiritualidade” que não devemos nos preocupar com temas como política, sociedade e economia! Para eles, o que importa é que tudo isso acabará e viveremos em um lar celestial! Estas pessoas se recusam a tentar mudar a situação atual, pois para eles o mundo vai de mal a pior, até que tudo se finde. Para estas, o “mundo jaz no maligno”, somos “peregrinos na Terra” e este “mundo é passageiro”.

No entanto, quando olhamos de uma forma mais ampla o conceito bíblico acerca dessas questões, vemos um Deus que ao criar o mundo, desejou glorificar o seu nome e esta glória era em todas as áreas da vida. Com a entrada do pecado por meio do homem, a glória de Deus ficou manchada. Tudo passou a ser caos. Cristo, então, vem ao mundo para restabelecer aquilo que foi perdido com o intuito de redimir o homem, para que este volte a refletir o esplendor divino. Ele veio não para agir em uma única esfera da vida, mas veio para restaurar o homem por completo. No coração do homem regenerado agora, passa a ecoar as palavras de Abraham Kuyper: “Não há um único centímetro quadrado em todos os domínios da existência humana sobre o qual Cristo, que é o Soberano sobre tudo, não clame: é meu!”¹

O desejo maior que o crente tem nesse instante, é a busca da glória de Deus em tudo e todos. Viver desinteressado com as crises presente nas esferas da existência humana, não é a atitude de quem anela ver a glória de Deus. É impossível desejar glorificar ao Senhor por completo e não se preocupar com o império satânico que vêm crescendo no mundo. O cristão sincero sabe que a injustiça irá aumentar, que o mundo só atingirá a perfeição na consumação dos séculos. Mas ele se recusa a cruzar os braços, ele se recusa viver sem que o nome de Cristo seja glorificado em todas as áreas da vida. Pois em seu coração, “o fim supremo e principal do homem é glorificar a Deus e alegrar-se nele para sempre”².

Não é “nadar contra maré”, não é utopia, nem falsa esperança, mas é simplesmente a busca incessante para que a glória de Deus seja estabelecida na Terra. O verdadeiro cristão sabe que não é por mero esforço humano que o Reino de Deus será implantado, mas ele que tem o coração do Pai odeia a injustiça, odeia a glória do homem, odeia as crises decorrentes do pecado, e sua posição para com os problemas do mundo é que “o homem tem que viver e só pode viver coram deo”³

Referências bibliográficas

1. Kuyper, Abraham. Sphere Sovereignty. Em: Bratt, James. Abraham Kuyper: A Centennial Reader. Grand Rapids: Eerdmans, 1998.

2. Catecismo Maior de Westminster, São Paulo: Casa Editora Presbiteriana, 1991.

3. Van Til, Survey of Christian Epistemology, 97.